Disfunção Temporomandibular 

 
 
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COORDENADOR DE DEPARTAMENTO

 
 
PROF. DOUTOR DAVID ÂNGELO
 

PROF. DOUTOR DAVID ÂNGELO

 
 
 
O departamento de Dor Orofacial do Instituto Português da Face está dedicado à prevenção, avaliação, diagnóstico, tratamento e reabilitação da patologia dolorosa e disfuncional da face. Os sintomas de Dor Orofacial podem aparecer de forma discreta (em casos de pós operatórios na face ou em contexto oncológico) ou de forma mais intensa (Disfunção da Articulação Temporomandibular, Dor Neuropática, Cefaleias ou Enxaquecas).

A nossa equipa multidisciplinar tem como principal objetivo proporcionar os melhores cuidados de saúde em doentes que sofram de Dor ou Disfunção Orofacial.

A Dor Orofacial engloba:

Disfunção da Articulação Temporomandibular, Dor dos Músculos Mastigatórios Cervicofaciais, Dor Neurovascular Facial, Dor Neuropática Facial, Cefaleias, Enxaquecas, Dor de Origem Oral.
 
 
 
 

Outros Médicos

 
 
Dr. David Sanz
 

Dr. David Sanz

 
MÉDICO
 
 
 
Dr. Carlos Nabuco
 

Dr. Carlos Nabuco

 
MÉDICO
 
 
 
Dr. João Pimentel
 

Dr. João Pimentel

 
MÉDICO
 
 
 
Dra. Marta Galrito
 

DRª. MARTA GALRITO

 
MÉDICO
 
 
 
 

Membros da Equipa

 
 
Maria do Carmo -  Instituto Português da Face
 

Maria do Carmo

 
FISIOTERAPEUTA
 
 
 
Shanna Soares - Instituto Português da Face
 

Shanna Soares

 
FISIOTERAPEUTA
 
 
 
Nelson Vilaça -  Instituto Português da Face
 

Nelson Vilaça

 
ACUPUNTURA
 
 
 
 
Dos diagnósticos mais comuns em doentes com Dor Orofacial salientamos: Disfunção da Articulação Temporomandibular, Cefaleia em Salvas, Rinosinusite, Enxaquecas, Cefaleias de Tensão, Patologia Oral (Síndrome de Boca Ardente, Líquen Plano Oral).
 
 

Disfunção Temporomandibular

 
 
 
 
A Articulação Temporomandibular (ATM) localiza-se em frente ao ouvido e permite-nos fazer movimentos essenciais como mastigar, falar, sorrir e até bocejar. Quando esta articulação está disfuncional, diz-se que há uma disfunção da ATM (DTM). Os sintomas mais frequentes na DTM são:

(1) dor no local da articulação,
(2) ouvir/sentir estalidos ao movimentar o maxilar,
(3) sentir a boca presa ou bloqueada,
(4) dificuldade em abrir a boca,
(5) dor na cabeça (que muitas vezes se alastra ao pescoço e costas),
(6) cansaço nos músculos da mastigação.

 
 
 
 
 
DISFUNÇÃO DA ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR

A articulação temporomandibular (ATM) é a mais usada no corpo humano sendo essencial para mastigar, falar, sorrir ou bocejar. Em média, a articulação temporomandibular é movimentada 2000 vezes por dia. O normal, é não nos apercebermos desta articulação no dia a dia. Quando esta articulação dói, estala ou limita a abertura normal da boca, é nesta altura que nos lembramos da ATM. Se alguns destes sinais/sintomas está presente é provável que tenha uma disfunção da ATM (DTM).

A articulação temporomandibular tem movimentos complexos, em diferentes eixos (esta articulação é a única que tem movimentos nos três eixos), através do contributo de uma complexa rede muscular em conjunto com uma anatomia muito particular. A articulação temporomandibular divide-se nos componentes ósseos (côndilo mandibular e fossa temporal), componentes fibrocartilaginosos (disco articular), componentes sinoviais (membrana e líquído sinovial) e componentes musculares ( cadeias musculares cervicofaciais).  Leia mais
 
 
 
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DISFUNÇÃO DOS MÚSCULOS MASTIGATÓRIOS E CERVICOFACIAIS

A maioria dos doentes que apresenta alterações da ATM, apresenta problemas dos músculos cervicais e faciais, porquê? A resposta é simples: sempre que estamos a contrair em excesso os músculos da mastigação, estamos também a sobrecarregar a articulação temporomandibular, causando assim um grande stress intra-articular. Esse stress pode ser tão grande que desloca o disco da sua posição normal (ver figura 2.b) para uma posição anormal (ver figura 2.c)

Estes músculos não estão distribuídos apenas na face, mas também na região cervical.

É a relação harmoniosa entre contração de algumas cadeias musculares e relaxamento de outras, de forma inconsciente, que nos permite falar, mastigar, bocejar, etc… O controlo dos músculos mastigatórios é essencial para o sucesso das intervenções na ATM. Leia mais

 
 
 
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Rinossinusite

 
 
A Rinossinusite é a inflamação da cavidade nasal e dos seios perinasais. Doentes que apresentem obstrução nasal, corrimento nasal e alterações do olfato são suscetíveis de apresentar rinossinusite como causa da dor orofacial. A Sociedade Europeia de Cefaleias validou a rinossinusite aguda como causa de Dor Orofacial.

A rinossinusite pode ser aguda ou crónica, se a duração dos sintomas é inferior ou superior a 12 semanas, respetivamente. Se crónica, classifica-se em rinossinusite crónica com pólipos nasais e rinossinusite crónica sem pólipos nasais.

Sabe-se que a rinossinusite afeta cerca de 5-15% da população europeia. De acordo com o European Position Paper on Rhinosinusitis and Nasal Polyps (EPOS) a rinossinusite é definida pela presença de 2 ou mais sintomas, um dos quais deverá incluir a congestão/obstrução nasal ou o corrimento nasal anterior/posterior (Tabela). Para confirmação ... Leia mais
 
 
 
 
 
 
 

Enxaquecas

 
 
 
 
Os pacientes relatam muitas vezes simétrica frontal ou temporal na região em torno da cabeça. Existe uma prevalência de até 78%, o que sugere que a maioria das pessoas teria experimentado em algum momento de sua vida.

Se a enxaqueca ocorrer mais de 15 dias em um mês é considerado crônico. Ao contrário da enxaqueca, tensão-tipo dor de cabeça é geralmente uma dor de cabeça inexpressivo.
 
 
 
 
 

Cefaleias de Tensão

 
 
Os pacientes relatam muitas vezes simétrica frontal ou temporal na região em torno da cabeça. Existe uma prevalência de até 78%, o que sugere que a maioria das pessoas teria experimentado em algum momento de sua vida.

Se a enxaqueca ocorrer mais de 15 dias em um mês é considerado crônico. Ao contrário da enxaqueca, tensão-tipo dor de cabeça é geralmente uma dor de cabeça inexpressivo.
 
 
 
 
 
 
 

Patologia Oral

 
 
 
 
No Instituto Português da Face possuímos o Departamento de Medicina Oral do Instituto Português da Face tem como missão observar, diagnosticar, tratar e reabilitar todas as pessoas que tenham lesões da cavidade oral.

Esta valência inclui também os efeitos adversos dos medicamentos na boca, assim como as manifestações orais de doenças sistémicas.
 
 
 
 
 

Tratamentos

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Testemunhos

 
 
 
 
 
“Estou muito feliz e recomendo o Instituto Português da Face...”
 
 
 
 
 

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