O TESTEMUNHO DA ANA

TESTEMUNHO DE PACIENTE DIAGNOSTICADA COM DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR

POR INSTITUTO PORTUGUÊS DA FACE

Partilhamos convosco o testemunho de uma paciente diagnosticada com disfunção temporomandibular, que foi sujeita a uma artroscopia da ATM direita e artrocentese da ATM esquerda.


Ficamos muito orgulhosos por saber que o nosso trabalho devolve o bem-estar aos nossos pacientes. Obrigado Ana pelas suas palavras!


“Se me perguntassem há seis meses atrás se acredito no destino ou em coincidências, responderia assertivamente que não. Contudo, actualmente, o panorama é outro.


Um final de tarde nas urgências do hospital, onde fui posteriormente diagnosticada com disfunção temporomandibular, levou-me ao encontro das capazes mãos do Prof. Dr. David Ângelo e da sua conceituada e profissional equipa.


O simples bocejar tornou-se numa acção dolorosa, mas graças aos seus esforços, dedicação e empenho consegui recuperar a qualidade de vida que havia perdido de uma forma inesperada e impensável.


Após avaliação do meu caso, fui sujeita a uma artroscopia da ATM direita e artrocentese da ATM esquerda. Palavras pomposas para uma cirurgia que me devolveu o bem-estar em menos de 12 horas. O meu grande receio centrou-se no pós-operatório. Não nego que foram dias complicados, mas fui recuperando gradualmente a minha autonomia. O descanso, a aplicação de gelo, a toma cuidada de todos os medicamentos prescritos são elementos essenciais que têm de ser levados em alta consideração.


Durante todo o período, desde o início da avaliação até ao dia de hoje, o acompanhamento de todos os profissionais é notório. Estão sempre disponíveis para nos apoiar em todo o processo, esclarecer dúvidas e confirmar o nosso bem-estar. A recuperação é a chave do sucesso. Graças às sessões de fisioterapia consegui recuperar a completa função das minhas articulações e aprendi, igualmente, a gerir e libertar o stress acumulado na ATM.


Os resultados até agora obtidos são fantásticos e trabalho diariamente, segundo as indicações facultadas pela Equipa do IPF, para manter esses mesmos resultados tão desejados. Obrigada por tudo!”

Por MARKETING IPFACE • 16 de janeiro de 2025
Tumores da Parótida A glândula parotídea é a maior de todas as glândulas salivares, sendo a mais frequentemente atingida por tumores. Destes, cerca de 80%, são tumores benignos, com os restantes 20% de natureza maligna. Estes tumores na maioria das vezes apresentam-se como massas indolores, de crescimento progressivo e sem outros sintomas associados. O tipo de tumor mais frequente da parótida é um tumor benigno, denominado de adenoma pleomórfico. Apesar de se tratar de um tumor benigno, apresenta um risco de malignização de 1.5% nos primeiros 5 anos, sendo que em tumores com mais de 15 anos de evolução o risco de transformação maligna pode ser superior a 10%. Além do tempo de evolução da doença, existem outros factores de risco importantes como sejam: a idade avançada do doente; ter realizado radioterapia na região do pescoço e da cabeça; tumor de grandes dimensões ou recorrentes. O tratamento de eleição para estes tumores é a cirurgia, com a excisão completa do mesmo. Trata-se de uma cirurgia extremamente delicada e que consiste na separação do tumor do restante tecido saudável, com preservação do nervo facial, o nervo responsável pela mobilidade da face. Tenho um tumor, será que preciso de ser operado(a)? Um estudo recentemente publicado tentou perceber qual o melhor tratamento para os tumores da parótida. Para tal, os autores compararam duas opções de tratamento: cirurgia versus observação/vigilância. Ponderaram os riscos de transformação maligna do tumor e o risco de complicações da cirurgia e anestesia. Chegaram às seguintes conclusões: – abaixo dos 70 anos a cirurgia apresenta menos riscos, sendo o procedimentos de eleição; – entre os 70 e os 80 anos, ambas as condutas apresentam o mesmo benefício; – acima dos 83 anos a opção de vigilância/observação era a mais favorável. Este estudo apresenta contudo algumas questões: – apenas diz respeito a um tipo de tumor da parótida, não se aplicando a todos os outros; – a idade real/cronológica muitas vezes não reflecte o estado geral do indivíduo, devendo ter-se em linha de conta os antecedentes da pessoa e as doenças que apresenta; – o estudo apenas considerou que a indicação para a cirurgia é pelo risco de transformação maligna, mas existem outras indicações, como sejam a deformação facial, o stress/preocupação causado pela presença de um tumor, por exemplo. Estes aspectos não foram equacionados nesta análise. Dr. Tiago Costa
Por Carlos Pereira • 7 de janeiro de 2025
Envelhecimento da voz O envelhecimento da voz, ou presbifonia, é um processo fisiológico que está relacionado com alterações normais que ocorrem ao nível da mucosa, músculos, cartilagens e articulações. As principais queixas são: – uma voz mais instável, fraca, mais rouca ou soprosa; – diminuição da capacidade de controlar as alterações da frequência e da intensidade; – cansaço fácil quando fala por longos períodos; – quebras na fala; – tensão muscular na região cervical. Estes sintomas habitualmente agravam ao longo do dia, variando o impacto de acordo com as exigências sociais e profissionais de cada indivíduo. Como pode melhorar da sua voz? A abordagem inicial passa por realização de terapia da fala e pela adoção de medidas simples, nomeadamente: aumento da hidratação; não fumar; não pigarrear e reduzir tensão muscular da laringe e da região cervical com exercícios de relaxamento/massagens. A intervenção cirúrgica mais frequentemente associada à melhoria da qualidade vocal, é a injeção de ácido hialurónico nas cordas vocais (à semelhança do que é utilizado para correção de rugas). Trata-se de um procedimento simples e rápido que permite recuperar a qualidade da sua voz e corrigir parte dos problemas. Pode ainda optar-se pela injecção de outras substâncias como hidroxiapatite de cálcio ou ainda gordura, para aumentar a duração do tratamento.
Por Lara Faria • 18 de dezembro de 2024
O cancro da língua é um tipo de cancro da cabeça e do pescoço, que é o 6º cancro mais comum no mundo. Este tipo de cancro pode afectar qualquer tipo de pessoa, sendo que na maioria dos casos ocorre em associação com o consumo de álcool e tabaco. Outro factor de risco para o desenvolvimento deste cancro é a infecção por HPV.
Mais Posts